Encontros Holísticos Cooperacionais
Entendemos por “Encontros Holísticos Cooperacionais” um conjunto de procedimentos, recursos metodológicos, dinâmicas, vivencias e experienciações capazes de levar uma organização, suas instâncias gerenciais e patrimônio humano, a otimizar sua singularidade em direção ao melhor desempenho possível dentro de uma realidade conjuntural.
Nos últimos anos têm se multiplicado procedimentos, técnicas e recursos de intervenção que buscam capacitar gestores para lidar com a complexidade do mundo moderno e da nova sociedade de informações, de volatilidade intangível e de operacionalidade virtual.
O desafio para os indivíduos de se situarem enquanto sujeitos, micro universos, do seu habitat planetário natural e compreenderem as novas formas de produção de saber, de riquezas e de resultados, aliados à explosão tecnológica que vivemos, provoca e torna imperativa a compreensão holística de que “somos todos um” e estamos estreitamente ligados a tudo o mais a nossa volta, nas nossas relações de trabalho, afetivas, familiares e culturais.
Vivemos literalmente “online”, em tempo real, conectados à dinâmica cibernética da vida e os gestores das várias organizações que não compreendem este fenômeno certamente se ausentarão daquilo que os teóricos chamam de modernidade liquida, perdendo o bonde da história.
Encontros são “eventos”, na melhor concepção da física quântica e reúnem a trama energética que sustenta o mundo da matéria, da objetividade e subjetividade da cultura e da história.
E a cooperação é certamente o único caminho para uma humanidade que a despeito da assombrosa produção material e tecnológica, do ponto de vista humano ainda engatinha entre a fome a violência a desigualdade e a infelicidade.
Além do que, os processos cooperacionais são em si mesmo a alma das organizações, aquilo que assegura o desejo natural de conquistar a “condição do ser”, humano, social e sujeito singular.
Assim compreendemos os “Encontros Holísticos Cooperacioais”, como uma ferramenta de atualização de corações e mentes para um desempenho qualitativo, ecoético dentro das organizações e especialmente para um salto qualitativo dos homens na compreensão de leis básicas do universo a sua volta, dos seus potenciais e da dinâmica evolutiva do seu “estar no mundo”.

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